... que um dia alguém em algum lugar vai conseguir inventar pra mim algo que possa arrancar de uma vez essa sensação ruim de que o mundo me engole e me cospe porque sabe que eu não devo fazer bem?
Eu sou o que eu acordo, o que eu como, o que eu choro e o que eu amo. Algo de poético e inconstante, ignorante até.
Uma mistura maluca de cautela e ousadia.
Intuição e olfato em excesso e silêncio, quando não há risada.
Eu sou viva, não de ventilação ou de piscar, mas de pulsar. E é a pulsação que me entrega quando eu quero passar despercebida, ou o arrepio.
Me atrai a fumaça, o feio, o frio, o estrago. A natureza, o mar e o ar puro e vento nos cabelos. O rock e o roll.
Depende o dia, o quente. A noite, a chuva e o resto todo.
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